O Jornal do Brasil é dos mais antigos do país, hoje com 115 anos. Em 2001, a marca foi arrendada à Companhia Brasileira de Multimídia. Investimentos e produtos foram criados, até 2004, fazendo o JB retomar ares de crescimento. Mas a empresa queria o caminho sustentável.
Em 2005, iniciou-se a revitalização empresarial e editorial. Pode-se perceber que os atributos, valores e os princípios jamais foram abalados. Durante meses, estudos consideraram as mudanças nos hábitos de leitura e demandas da sociedade.
O diagnóstico recomendou a impressão no formato berliner, com revisão na política de cores, fios e espaços de manchetes. O conteúdo passou a tratar as notícias em sinergia com o JB online. Decidiu-se pelo preço menor, ajustes no relacionamento com leitores e parceiros, nova política comercial, mudanças na distribuição e reorganização do Call-Center.
Houve 87% de aprovação à mudança. A circulação do JB cresceu, enquanto o conjunto dos principais concorrentes perdeu mercado. De março a julho de 2006, a circulação paga cresceu 22% e os concorrentes enfrentaram queda de 7,5%. A venda em bancas cresceu 79% e os demais perderam 13%.